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BUENOS AIRES | PARTE II | DO TERMINAL RETIRO AO CENTRO

Sair do ônibus fresquinho e desembarcar na Buenos Aires com sensação térmica de 38 graus foi dose. O choque térmico pegou e o suor logo apareceu. 

A rodoviária é grande, mas, ao desembarcar, a fila para pegar a bagagem é confusa. Quem chegou e quem vai partir, no ônibus ao lado, precisa se equilibrar no espaço entre os ônibus para retirar/entregar as malas. É algo bagunçado, no entanto, superável.

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Foto-verdade: acabada, suada, descabelada, na fila da bagagem. Optei pela foto com fundo estourado para poupar a identidade dos outros passageiros. Cof Cof.
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Essa é a vista de quem está de frente para a plataforma de embarque. Ps: Difícil fazer fotos panorâmicas com pessoas em movimento. Relevem.

Havia pesquisado que, para chegar ao hotel, bastava pegar o metrô na estação Retiro Mitre e seguir até a estação Avenida de Mayo. Mas tive a genial ideia de perguntar para o policial que estava no local qual seria a melhor forma de chegar ao centro. A indicação dele foram os ônibus. (Creio que pela vista da cidade).

Para embarcar, é preciso comprar um cartão do Subte – que é o sistema de transporte integrado. O cartão vale tanto para os ônibus quanto para o metrô. Paguei 40 pesos no cartão (não cheguei a pesquisar se o preço é tabelado), numa banca de revistas que fica dentro da própria rodoviária (lá, eles chamam de kiosko) e o abasteci com 20 pesos argentinos. Para isso, basta procurar o guichê que fica numa sala a caminho da rampa que leva para a avenida Dr. José María Ramos Mejía, onde estão os pontos de ônibus e também a Estação Retiro Mitre, do metrô.

Ficamos na fila do ônibus número 100, que vai do terminal em direção ao Obelisco. Poderíamos ter descido na parada Obelisco Sul ou norte, mas erramos – e tivemos que caminhar quatro quadras. 

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Esqueça os pontos de ônibus convencionais. As paradas são identificadas por “tótens” com o número dos ônibus que param ali. Geralmente é mais de um ônibus por parada.

O embarque não tem erro. Se prepare: a logística é a mesma daqui – se dois corpos podem desafiar a lei da física, ocupando o mesmo lugar no espaço, eles irão. Ou seja, você enfrentará a aventura de dividir o ônibus com 9.472 pessoas. (Ok! Talvez pareça um detalhe óbvio, mas sempre é bom alertar os desavisados).

Ainda no ônibus, duas senhoras foram muito queridas e deram lencinhos de papel para que enxugasse o suor. Na hora de desembarcar, um dos passageiros, chamado Rodrigo, se ofereceu para nos acompanhar. Ele é vendedor numa empresa e não chegaria em tempo ao trabalho. A “carona” terminou na StarBucks da Avenida de Mayo, a duas quadras do hotel. 

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Sobre restaurantes de rede: destorce esse nariz, aí! Donos de estômagos sensíveis, sabem – o “certo”, aquela comidinha conhecida, é sempre mais conveniente para a manutenção do bem-estar. Sem contar que o preço é uma mão na roda para orçamentos limitados. Esse almoço delicioso (um chá vermelho gelado e uma ceasar salad completa) custou 164 pesos, o equivalente a 31 reais (com a cotação de R$0,19 – mais ou menos cinco pesos argentinos por um real).

Ainda sobre as vantagens dos restaurantes de rede: o wi-fi é gratuito e liberado. Uma ótima pedida para quem está de chegada. Embora eu houvesse ganhado o cartão pré-pago da Claro na rodoviária de Puerto Iguazu (um mimo da Crucero Del Norte, obrigada!), ainda não havia recortado (ele é mini e o meu celular só aceita o formato nano) e abastecido com créditos. Então, foi uma excelente parada para avisar a família de que eu estava viva, saudável e quase no hotel.

Como não amar um lugar onde quase escreveram meu nome certo?! haha
Como não amar um lugar onde quase escreveram meu nome certo?! haha

E tinha ar condicionado. Valeria a parada só por isso. rs Não tenha medo de recorrer às redes de fast food. Juro! Você não vai perder a cultura local por se “globalizar” por uns minutinhos. Se permita! (E depois se jogue nas empanadas, bifes de chorizo, dulce de leche e afins!).

Tem mais dicas? Deixe o seu comentário!

Autor(a) do post
Amabyle Sandri

Comentários

4 Comentários
  1. postado por
    ERIVAN
    jan 24, 2018 Reply

    O QTO É RUIM IR DE ÔNIBUS. DEUS ME LIVRE, QTO PERRENHO

    • postado por
      Amabyle Sandri
      jan 25, 2018 Reply

      Realmente, com mala, no verão, não recomendo ir de ônibus até o hotel, não! rs Eu gosto de experimentar novos meios para conhecer as possibilidades, mas tem experiência que a gente não precisa passar duas vezes!!! haha Da próxima, irei de táxi sem pensar duas vezes! Todo o conforto da viagem de ônibus (longa, mas de qualidade!) foi abafado pela loucura dessa ida para o hotel!!! rs

  2. postado por
    Thaysa
    jul 5, 2018 Reply

    Ei, Amabyle! Acabei de chegar no seu blog e já estou in love! Parabéns pelos artigos e obrigada por compartilhar suas experiências! Estou programando uma viagem para Buenos Aires para o mês de outubro e possivelmente ficarei no centro da cidade. Você têm sugestões de lugares legais – e econômicos – por lá para refições, tipo almoço e jantar? Esse tipo de dica que está mais complicado conseguir, pois a maior parte das indicações são de restaurantes bem caros e mais afastados. Também sou super adepta aos ”fast food”, porém, estou indo pra lá com mamis, e ela já não tem esse gosto similar ao nosso, por exemplo. Agradeço (mais uma vez)! Continue explorando o mundo e nos contando!

    • postado por
      Amabyle Sandri
      jul 9, 2018 Reply

      Oi, Thaysa!!! Tudo bem?!!! Que comentário mais bonito, gente! Obrigada pelo carinho! É uma alegria poder ajudar nos planejamentos e, de alguma forma, deixar a viagem das pessoas mais fácil e divertida! Eu fiquei num hotel relativamente próximo à Casa Rosada. Então, na rua principal, tinha um StarBucks – comi algumas vezes ali – e em Puerto Madero, do lado de “cá”, antes de cruzar a ponte, tem Mc Donald’s também. Nós comemos numa hamburgeria descolada, se chama “El banco rojo”, a fachada quase passa batida.. tem hamburguer gigante e barato! Mas, meu conselho, sempre, é pedir dicas para o porteiro do hotel! haha ou para as pessoas da cidade mesmo! E fugir dos restaurantes mais badalados e perto dos pontos turísticos. A menos, claro, que você esteja disposta a investir em comida! (O Milk-shake da Havana é um exemplo de não-tão-barato que vale o investimento!!!). Ah, as praças de alimentação dos shoppings também são uma boa pedida! Não cheguei a comer lá, mas lembro que na Galerias Pacífico tinha várias opções!

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