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FESTIVAL DE TURISMO DAS CATARATAS

Uma volta no Brasil e na América Latina sem sair do lugar. Não se trata da literatura – por meio da qual é possível conhecer qualquer destino. Foi no Festival de Turismo das Cataratas que tive a oportunidade de me encantar com as ricas histórias de várias cidades, estados e países.

Num dia, fui para Argentina, Uruguai, Peru e Paraguai. Imaginei as trilhas de Salta e o assado com vinho, tão bem descritos pela Merchi Guitian. Dei uma voltinha por Punta del Este e pela pequenina cidade mística de Piriápolis, no Uruguai, que foi fundada por um alquimista e, segundo Javier Báez, atrai visitantes pela energia especial do lugar. Imaginei os povoados ao longo da trilha Salkantay e pude sentir a adrenalina de escalar até as cápsulas onde é possível se hospedar no Vale Sagrado, no Peru. Com detalhes sobre as aventuras de motocross pelo terreno místico, contadas por Elson – um apaixonado pelo próprio país.
Coração encheu de ternura com a lembrança, vinda diretamente do Peru!
Coração encheu de ternura com a lembrança, vinda diretamente do Peru!
Quando o assunto é paixão, a Ministra do Turismo do Paraguai dá aula – e palestra! Durante o segundo dia de evento, Marcela Bacigalupo contou sobre o papel da mulher no turismo (leiam sobre a história do Paraguai e sobre a importância da mulher para o país, que teve a população masculina quase extinta pela guerra). Para Marcela, mais do que marketing, o turismo deve investir nas pessoas. Uma abordagem humana e admirável. Tanto quanto a proposta do catamaran que vai navegar lentamente pelas águas da baía em Assunção, para que os turistas possam, simplesmente, contemplar.
Antes de “andar” pelo Brasil, ouvi histórias do trem transiberiano e do acolhedor povo mongol, que tão bem tratou o Paulo Souza. Mestre na arte de receber bem, a arretada Gisleide mostrou o que a “sergipana” tem, com atitude, bom humor e doçura, ao falar sobre a filha – que tem os olhos da mesma cor que os meus. Cor, aliás, foi o que não faltou nos sonhados destinos. E, dos tons, os de verde me atraíram, na minuciosa explicação dada pela Luciene sobre o navio que desbrava as águas do Rio Negro.
Rio? Rio de Janeiro também esteve na lista de lugares “visitados”. Andréa enumerou as novidades da cidade… despertou o interesse sobre o entorno, sobre as Olimpíadas, Paralímpiadas e a mega estrutura preparada para receber os turistas – porque o Rio, continua, sim, lindo!
Tentei entender a Bia, que tentou me explicar como é ficar acostumada a visitar os resorts onde trabalha (detalhe: eles ficam em Cancun, Punta Cana, Riviera Maya e Vallarta) e me entreguei à cultura do Rio Grande do Norte depois de conhecer um dos responsáveis pela propagação de tantas histórias incríveis do estado, o Sergio Vilar – que tem o blog Substantivo Plural (leiam!). Na Noite Potiguar, assisti à apresentação, ouvi forró e comi feijão verde com farofa de carne seca – uma experiência gastronômica engrandecedora e deliciosa.
Isso tudo em UM dia. No dia seguinte, fui para a praia. Santa Catarina, das tainhas, descritas pela Edem, das trilhas, enumeradas pelo Cappelini e das baleias francas, quase-de-estimação, da Ná!
Santa Catarina não é destino de verão. Em breve, vocês vão encontrar por aqui várias sugestões de passeios para as outras estações do ano!
Santa Catarina não é destino de verão. Em breve, vocês vão encontrar por aqui várias sugestões de passeios para as outras estações do ano!
Dali, pulei para o Espírito Santo, tão vasto, tão amplo e tão cheio de opções além das convencionais. Quase babei ao imaginar a polenta das comunidades italianas, revelada pela Carla! E foi outra Karla que me fez repensar o medo do mergulho (e outros medinhos, tipo, de jacaré!), ao dividir as experiências que tem diariamente na linda Bonito. Destino que o Cícero conhece como ninguém – e descobre cada vez mais, nos safaris personalizados, rumo aos grupos de jacarés (!!) e demais animais que só o Mato Grosso do Sul concentra (isso sem contar as araras e tucanos que vivem “com ele”). Encerrei o dia também na praia.
Bahia me recebeu de braços abertos, com sorriso, abraço e fitinha de Nossa Senhora do Bonfim. Mauro, Wilson e Jorge mostraram uma Bahia diferente – com opções além do convencional (mas, quem dispensa as famosas praias do paraíso?).
Os nós da fitinha de Nossa Senhora do Bonfim foram dados por essa linda baiana!
Os nós da fitinha de Nossa Senhora do Bonfim foram dados por essa linda baiana!
Dos pontos turísticos de Foz do Iguaçu, não consegui visitar nenhum durante o evento. Mas volto! Assim como volto todas as vezes que tenho a oportunidade de contemplar uma das maravilhas da natureza que fica tão pertinho, aqui no quintal de casa. Casa que agora está aberta a cada um de vocês, com quem conversei, e que passaram a fazer parte da minha história. Que eu, o blog Amabilices e vocês possamos nos encontrar muito daqui para a frente e possamos compartilhar ótimas histórias juntos!
Autor(a) do post
Amabyle Sandri

Comentários

1 Comentário
  1. postado por
    365 DIAS DE AMABILICES | UM ANO NO AR | BLOG AMABILICES
    maio 8, 2017 Reply

    […] primeiro mês, com um cartão e coragem, participei do Festival de Turismo das Cataratas. Conheci muita gente do bem que vê as viagens com a mesma paixão que eu. Ali, já surgiu o […]

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