Os olhos passeiam pelo borbulhar elegante das bolinhas delicadas a dançar na taça. O aroma é o check-in para o sabor. Antecipa a plenitude do paladar, que embarca num roteiro de sensações. O frescor, a leveza… o equilíbrio entre uva, levedura e açúcar. Meses de preparo a serem degustados numa taça.

Eram as taças alinhadas que denunciavam: tradicional pelos cafés selecionados, no Café du Coin, o protagonista da noite seria outro. Vindas de Antônio Prado, no Rio Grande do Sul, as garrafas de quatro linhas da Vinícola Zanella aguardavam, na temperatura ideal, os convidados.
A degustação foi um convite a uma viagem sem sair do lugar. Foi o próprio Gladimir Zanella quem contou o desenrolar da história que culminou em vinhos e espumantes vencedores de prêmios nacionais e internacionais. Como o Zanella Espumante Brut Champenoise, que nesse ano conquistou a medalha de ouro da Grande Prova de Vinhos do Brasil.

A noite foi de aprendizado e sabor. Quatro linhas foram apreciadas – Nature, Zanella, Villa de Vinhas e Surrender. Além das uvas usadas na composição, o tempo de fermentação também é fundamental para determinar as características da bebida. Para distinguir os produtos, foram degustados espumantes com fermentação de 12, 18 e 24 meses. No grand finale, uma garrafa com a levedura na tampa – e a demonstração de como deve ser aberta para que a bebida não tenha contato com os resíduos acumulados.




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